Em 2009, o Brasil irá receber as ondas da tsunami econômica da crise mundial. Será o momento do individualismo financeiro de quem aprendeu o "Make Money". Prepare-se desde já, lendo este livro. A saída não é "comprar, comprar" e sim investir, investir! Acredite. Passivos? NÃO!
“A nossa vida é composta de segmentos, que muitas vezes não nos apercebemos. O tempo corre tão rápido, devorando nossas raras paradas para um raciocínio, uma meditação, sobre nós mesmos. Estamos envolvidos no correr do dia a dia, nos esquecendo de nós próprios. Afinal, somos ou não somos importantes? Estamos vivendo com qual sentido? São perguntas que deveríamos estar fazendo quotidianamente. Este livro trata disto. Da importância de você e do seu tempo. Do sentido de sua vida. O dinheiro, a riqueza, são bens simbólicos de uma vida humana auto estimada. Nas próximas páginas, observaremos muitos exemplos e contradições humanas, que tratam mal o dinheiro, tratando mal - desta forma - com o próprio ser humano. Outrossim, as benfazejas experiências de sucesso no campo financeiro, que serão também relacionadas, contrapõem o desânimo e a derrocada. Esta será uma leitura de muito vigor, de muito entusiasmo. Mostrando-lhe o quanto podemos realizar em dinheiro e em riqueza. E que - para espanto geral - não fazemos por pequenos deslizes imediatistas e diários, que poderiam ser facilmente contornados. Você está pobre, porque quer estar pobre! Você poderia ser um humano rico, sem preocupações econômicas, sem pronto-socorro de empréstimos e acidentes traumáticos com juros. Basta querer. E é disto que tratamos aqui. Do querer. Do experimentar um outro caminho, no planejamento da vida com o dinheiro. Pense bem, que o essencial nesta vida, sem discussão nenhuma, é a independência financeira. É o dinheiro bem tratado. E você verá como isto não é difícil. Ao contrário, é muito fácil de ser conquistado. Vá, enfrente esta leitura, e mude para o essencial. Siga direto para o Make Money! Mais facilmente você encontrará a Felicidade. Boa Leitura.” - Carlos Alberto Pessoa de Brum, criador do sistema “Brum’s Make Money”
Todos somos anjos. A diferença está no que fazemos com nossas asas.
Quem já esteve na Rússia, pode falar do antigo regime soviético. Bem, das lembranças dele. Estive lá e por isso posso lhes afirmar que o povo russo está melhor agora, livre do tacão comunista. Observei, conversei, constatei! Apenas quem já esteve no frio poderá relatar como ficam os lábios, os dedos das mãos, as orelhas e a retina dos olhos. Quem sempre viveu nos trópicos não sabe nada disso, mas sabe o que o sol pode fazer na epiderme e o desconforto do suor rolando pelo corpo inteiro. Quem já fez uma caminhada por Cuzco e Machu-Pichu, sabe bem o que é o sorocho – o mal das alturas, e seu desalento constante, a incapacidade de respirar, o cansaço, a cefaléia, a febre, tudo pelo déficit de hemácias no sangue. Portanto, para alguém testemunhar alguma coisa deverá tê-la experimentado.
Imaginemos um passarinho numa gaiola. Ele tem a proteção dos ataques dos outros animais predadores. Recebe ração de alimentos e de água. Volta e meia limpam seus detritos amontoados na gaiola. Este animalzinho tem a ração básica da felicidade. Terá mesmo? Ele tem o que comer. Ele tem o que beber. Limpam seus restos e está protegido de inimigos. Até mesmo pode rodopiar-se nos poleiros que sacodem na gaiola. Portanto, também possui diversão. Possui lazer. O que mais ele poderia desejar?
Eu já estive preso numa gaiola. Posso dar meu testemunho: é um torniquete apertando permanentemente o cérebro! Falta alguma coisa básica. Aquela tela que me impedia de voar, apenas me permitindo enxergar o outro lado da gaiola, onde o horizonte se perdia numa fantástica e sedutora possibilidade criativa, era um pesadelo constante.
Na manhã de hoje, folheando as páginas de um dos jornais de Porto Alegre, vi uma enorme fotografia colorida onde estavam muitos antigos colegas meus, de um dos ofícios que estive em minha vida. Quase todos já grisalhos, inauguravam um prédio de uma multinacional que forma pássaros para gaiolas. Fiquei olhando cada um deles, lembrando as particularidades, as nuances e tonalidades diferentes de caráter e de qualidade, mas todos ainda estavam dentro de suas gaiolas, de terno e gravata. Todos eles ainda estavam presos na gaiola-prisão, com o torniquete apertando o cérebro, mas recebendo mensalmente a ração de felicidade limitada e com direito a apenas olhar o mundo através da tela. Conheço-os bem e por isto eu sabia que todos estavam ali, alegres e saltitantes, planejando secretamente o seu curto dolce-far-niente para o próximo verão que se avizinhava, onde gozariam 30 dias de férias, seu único e permitido tempo de liberdade para voar. Estavam expostos naquela fotografia colorida como prisioneiros de um velho sistema.
Mas que velho sistema é este afinal?
Ele se inicia bem cedo, lá na infância, quando os pais, mestres, professores, orientadores e outros seres afins começam a transmitir conhecimentos para as crianças. Estes conhecimentos são os elos de uma civilização e de uma cultura. O Brasil é um exemplo maiúsculo de como são fortes estes elos na infância. Este País, desde o seu nascimento em 1500 – em sua plena infância - tem como fronteiras, duas grandes barreiras: a leste o oceano Atlântico e a oeste uma extensa cercania e vizinhança de seres humanos díspares, de fala espanhola e que possuem cultura hispânica e quétchua! E nós brasileiros, do sul ao norte – nesta imensa extensão territorial – mantivemos os mesmos traços únicos de idioma, de crença e cultura de origem portuguesa. Como isso aconteceu? Sem telefone celular, sem aviões, sem redes nacionais de rádio e TV? A resposta está lá, nos primeiros anos de vida do país ou da criança, quando recebem o aprendizado do caminhar, do falar, do ler e do escrever. Pela transmissão destes conhecimentos de uma geração à outra, fortificam-se estes elos culturais, formando uma civilização. As nacionalidades foram assim formadas; as maiorias com semelhanças reunidas venciam as minorias que, excluídas, sobreviviam com dificuldades ou eram absorvidas.
Entre tantos conhecimentos que recebemos da geração que nos antecedeu, estão práticas, dogmas, conceitos, preconceitos... e outros parâmetros que irão balizar nossas futuras condutas. Até mesmo com os portugueses, nós brasileiros já possuímos muitas diferenças. Por exemplo, uma palavra que aqui possui um sentido, lá tem outro diverso e vice-versa. Os portugueses são literais na expressão, ao passo que nós redimensionamos as palavras, com curtos-circuitos lingüísticos. Por exemplo, quando numa de nossas idas a Portugal, na locadora de carros eu perguntei: Qual o caminho para ir para Espanha? O rapaz do balcão me disse: “Qualquer um. Se não chegares ao oceano, estás na Espanha!”
Portanto, não basta somente o idioma comum, os balizamentos dos adultos, condutores da cultura em voga, o contínuo palmilhar de um objetivo, seguem também outros complexos princípios. Mas é na infância de um país, ou de uma criança, que se amarram as cordas do futuro.
Como o futuro é totalmente desconhecido e incerto, a busca ansiosa pela segurança marca a angústia coletiva de todos. Dessa maneira, transmitimos essa ansiedade às crianças, injetando conceitos que são velhos e desusados. Por exemplo, o emprego e o trabalho. Educa-se, exclusivamente pensando em empregar a criança que será adulta, dando-lhe trabalho. Apenas isto é o que importa. Emprego e trabalho. Não se fala no essencial, que é criar riqueza, educação financeira e o fazer dinheiro.
Repito, eu acredito que aquele que conheceu o lugar, sentiu o seu cheiro e conheceu suas pedras, é autorizado a falar deste lugar. Pois bem, sobre esta questão eu posso falar, pois estive lá. Onde? Neste velho sistema de estar dentro da gaiola.
Estar seguro é estar empregado, me diziam. No dia que aceitei um compromisso de emprego de carteira assinada, fiz uma festa! Tempos depois, vi a asneira que havia feito, mas já contabilizava o suficiente destes “tempos depois” para que o passado me tornasse prisioneiro dele próprio. E quanto mais tempo passava, mais prisioneiro eu ficava. Romper seria perder. Isto é, sair da gaiola, rompendo com as rações dos treze salários e dos trinta dias de férias anuais. O jeito era viver o suficiente para poder escapar com vida da gaiola e aproveitar o restante de horas diárias para - voando livre – criar riqueza, sonhar e liberar a criatividade. Eu fui educado assim. A geração que antecedeu a minha carimbou princípios de emprego e trabalho, como sinônimos de honestidade e segurança. Um homem honesto tem carteira assinada, tem emprego, trabalha oito horas por dia, de preferência de dia, pois à noite, poucos são os trabalhos honestos... O que é isto? Puro preconceito, passado lá, nos primeiros aprendizados da infância. Nada verdadeiro. Ou, pelo menos, nada mais disto é verdadeiro nos tempos hipermodernos da era do conhecimento.
Não se trata de convencer ninguém. Da mesma forma como a queda do Império Romano, após a vitória sobre Cartago, muito devagar, aquela vastidão poderosa e imperial começou lentamente a ruir. Aníbal quase invadiu Roma e foram chamados às armas os cidadãos romanos, desestruturando a sociedade romana emaranhada em princípios que tal como seu idioma, hoje estão mortos.
Estamos em pleno processo de morte do emprego. Trabalho remunerado sempre haverá, pois não se move nada gratuitamente a não ser aquilo que obedece as leis do universo, como a gravidade. Se alguém faz, alguém paga. A maçã caiu no rosto de Newton e ninguém pagou por isto, era grátis mesmo, era uma lei universal. Não existe almoço gratuito. Quem diz o contrário é populista com outras matreiras intenções.
Os – desculpem-me a lembrança – dirigentes deste País continuam contando empregos, ou gaiolas, como se isto fosse criar riqueza. Como estão fora de foco da realidade. Mas, também olhem bem de quem lembramos.
Então, o que aparece no horizonte, queiram ou não queiram? Menos, cada vez menos gaiolas e homens de gravata inaugurando fábricas de formar pessoas para viverem em gaiolas. Se existe uma regra que está começando a tomar corpo é está:
Defina-se. Quanto mais jovem, melhor. Converse com suas vozes mais íntimas e descubra-se.
1- Procure encontrar o seu talento. Seu prazer maior.
2- Olhe adiante. Imagine-se nos últimos dias de sua vida. Como você quer estar lá, no fim de sua vida. Saiba que esta sua vida é curta.
3- Defina seu perfil monetário. Como você trata o dinheiro. Descubra qual é o seu perfil: consumista ou poupador. Se consumista, mude logo para poupador. Se poupador, qual é o seu percentual de poupança. Este percentual bastará?
4- Empreenda alguma coisa que alguém desejará ter. Crie, utilize seus neurônios de classe A . Saiba que a riqueza não está na fila da maior de todas as mega-senas, nem no listão do vestibular, ela está em seu cérebro. Encontre-a.
5- Não aceite entrar em uma gaiola. Não aceite emprego de horário que consuma todo o seu talento. Se aceitar, que dure pouco para você ficar livre da gaiola e voar criando riqueza. Ainda, se aceitar entrar em uma gaiola, não consuma todo o dinheiro que lhe entregam de ração, as dívidas futuras irão lhe aprisionar cada vez mais. Escape o quanto antes destas armadilhas.
Carlos Alberto Pessoa de Brum, 2008.
LIVRE AFINAL, VOANDO PARA O ALTO E ALÉM...
Ao invés de ler, você agora ouvirá um livro! Um CD-áudio-livro possui conteúdos de um livro e é elaborado como um programa de rádio, com locutores e trilha sonora! Usando a audição como veículo, você remeterá ao seu cérebro programações positivas com o PENSANDO EM RIQUEZA e MEDINDO A RIQUEZA. Com as vozes de Carlos Alberto Pessoa de Brum, autor do áudio-livro e o performance impecável de Jairo Melo, este cd-áudio-livro foi gravado nos estúdios da IMPRENSA PRODUTORA - Rádio e Televisão de Porto Alegre.
O livro está disponível na Livraria Cultura ou pela tele-entrega da Br1 Editores (ver Home para mais detalhes). Para os CDs, entre em contato com nossa tele-entrega.