Em seu terceiro livro de contos, Carlos Augusto Pessoa de Brum recebe a honra de ter seu livro paraninfado por Moacyr Scliar: "Se a gente tivesse de selecionar um adjetivo para a ficção de Carlos Augusto Pessoa de Brum este adjetivo certamente seria “amável”. Um qualificativo pouco comum para um escritor, reconheço. Mas nem por isso deixa de ser menos importante. Porque envolve um elemento de originalidade importante na fase atual da literatura. Por que é amável, esta ficção? Em primeiro lugar, porque ela pensa no leitor. E, porque pensa no leitor, conta histórias. Nem sempre conto é sinônimo de história. Mas quando o é temos um bom motivo para gostar da obra. Porque contar e ouvir histórias é parte da natureza humana. Toda ficção nasce a partir disso. Ou seja: Carlos Augusto Pessoa de Brum tem, atrás dele, uma longa e importante tradição. Em segundo lugar, a ficção que aqui temos dá prazer. E ter prazer é um requisito importante para a literatura. Muitas pessoas tendem a pensar que literatura séria deve ser carrancuda, mal-humorada. Grande erro. Seriedade não exclui prazer, e, pela mesma razão, não exclui humor. Finalmente a literatura de Carlos Augusto Pessoa de Brum é uma literatura de imaginação. De novo, uma qualidade importante. Escrever ficção é convidar o leitor para um passeio pelos caminhos do imaginário. E o autor conhece esses caminhos. Estão todos convidados, portanto, a conhecer a ficção de Pessoa de Brum. Convite amável. E irrecusável." - Moacyr Scliar, Imortal Membro da Academia Brasileira de Letras, autor de mais de setenta livros.
Em seu segundo livro de contos, Carlos Augusto Pessoa de Brum, então com 18 anos, continuou mostrando-se uma jovem e promissora revelação no cenário literário gaúcho.
Sobre “Recortes Humanos, Silhuetas”: “Frases que se encaixam com leveza e mágica... Como no conto ‘O Barulho do Poço’, o texto de Carlos Augusto nos entrega um som próprio, corajoso, e impressiona que venha de um autor tão jovem. Mas sempre gostei de pensar que o talento não tem idade.” - Letícia Wierzchowski, escritora. Autora de “A Casa das Sete Mulheres” e “Cristal Polonês”.
O primeiro livro de contos do jovem escritor gaúcho Carlos Augusto Pessoa de Brum, lançado em 2004 na Feira do Livro do Colégio Farroupilha, quando o autor tinha 17 anos.
Sobre “Tentações, Dardos & Fardos”: “O livro é recheado de boas idéias e alegorias interessantes. Seus textos revelam erudição, e mais do que isso: cultura, que é a capacidade de unir os fatos dispersos, dando-lhes vida e sentido. Trata-se de um conjunto de bons textos dos mais variados gêneros: crônicas, novelas e fragmentos confessionais. A linguagem possui um excelente nível e nunca decai.” - Luís Antônio de Assis Brasil, escritor e professor. Autor de “Um Quarto de Légua em Quadro” e “Videiras de Cristal”. Atualmente ministra aulas da Oficina de Criação Literária da PUCRS, a mais premiada oficina literária do Brasil.
Todos os livros estão disponíveis na Livraria Cultura ou pela tele-entrega da Br1 Editores (ver Home para mais detalhes).
Outro lançamento de Carlos Augusto Pessoa de Brum em parceria com Cíntia Perin. Um livro diferente, moderno em literatura e apresentação gráfica. Indicado para jovens leitores. Textos ilustrados por Carlos Augusto dão uma dinâmica ao PARA CORDA BAMBA NÃO EXISTE PONTO FINAL.